Bueno, hoje foi sensacional. Naquele momento especial onde buscamos na internet, uma ocupação para a criatividade durante o trabalho, me deparei com uma reportagem que é difícil de digerir. Não que a mesma seja ruim, mas, dentre todos os tipos de informações disponíveis nos principais sites do Brasil, existe claramente uma disponibilidade de temas já delimitados a preferência do público e esse pode não estar no gosto da maioria.
Vamos lá, não que isso seja ruim ou bom, mas se sabe que do total de assuntos que os principais sites atualizam durante o dia, existe alguns desses que são definidos por um determinado grau de importância. Essa importância segue a missão de cada site, ou seja, a proposta de cada meio de comunicação. Ela também serve de parâmetro para definir onde será postado a informação no site. Como num supermercado, os produtos estão alocados em lugares estratégicos para estimular o consumo. Os meios de comunicação virtuais seguem o mesma receita para atingir um número maior de acessos. Segundo pesquisa do IBOPE, em todos os ambientes, incluindo, além de residências, o local de trabalho e os pontos públicos pagos e os gratuitos, como lan houses, escolas, bibliotecas e telecentros, já há 62,3 bilhões de brasileiros com acesso à internet. É uma galera. Mas afinal qual a reportagem de difícil digestão?
Vamos lá, não que isso seja ruim ou bom, mas se sabe que do total de assuntos que os principais sites atualizam durante o dia, existe alguns desses que são definidos por um determinado grau de importância. Essa importância segue a missão de cada site, ou seja, a proposta de cada meio de comunicação. Ela também serve de parâmetro para definir onde será postado a informação no site. Como num supermercado, os produtos estão alocados em lugares estratégicos para estimular o consumo. Os meios de comunicação virtuais seguem o mesma receita para atingir um número maior de acessos. Segundo pesquisa do IBOPE, em todos os ambientes, incluindo, além de residências, o local de trabalho e os pontos públicos pagos e os gratuitos, como lan houses, escolas, bibliotecas e telecentros, já há 62,3 bilhões de brasileiros com acesso à internet. É uma galera. Mas afinal qual a reportagem de difícil digestão?Durante a busca por informações dos mais diversos conteúdos, encontrei um estudo sobre a funcionabilidade do bico de tucano. Tucano é um ser vivo que não se pode descrever com palavras. Acredito que o silêncio e a contemplação de sua beleza, pode ser a melhor forma de expressar o se
u significado. Mas ao terminar de ler a reportagem dos pesquisadores Denis Andrade, Augusto Abe (ambos do Departamento de Zoologia da Unesp de Rio Claro, no interior paulista) e Glenn Tattersall (da Universidade Brock, no Canadá), cheguei a seguinte conclusão: me parece difícil que, para a grande massa que utiliza a internet na busca de informações ou entretenimento, ler uma reportagem sobre a funcionabilidade do bico do tucano desperte alguma curiosidade. Deduzo que o possível desinteresse por esses tipos de reportagens se faz, uma vez que, há uma infinidade de temas a disposição da grande massa entre eles: futebol, "sensualidade", violência, celebridades, política, economia entre outros. Sugestão, mudar o foco um pouco é muito gratificante. Administrativamente falando, mudar o foco nõa seria uma boa estratégia, mas se tratando da busca por informações, pode ser pertinente. Pensar em assuntos que pareçam sérios, como se entretenimento fosse, poderia contribuir para que determinados comportamentos classificados como caretas, fossem naturais e cotidianos. Pensar no meio ambiente não deve ser considerado como um momento de aula, de adulto, de estudo, de seriedade. Pensar no meio ambiente deve ser encarado como cotidiano e não a exceção.
u significado. Mas ao terminar de ler a reportagem dos pesquisadores Denis Andrade, Augusto Abe (ambos do Departamento de Zoologia da Unesp de Rio Claro, no interior paulista) e Glenn Tattersall (da Universidade Brock, no Canadá), cheguei a seguinte conclusão: me parece difícil que, para a grande massa que utiliza a internet na busca de informações ou entretenimento, ler uma reportagem sobre a funcionabilidade do bico do tucano desperte alguma curiosidade. Deduzo que o possível desinteresse por esses tipos de reportagens se faz, uma vez que, há uma infinidade de temas a disposição da grande massa entre eles: futebol, "sensualidade", violência, celebridades, política, economia entre outros. Sugestão, mudar o foco um pouco é muito gratificante. Administrativamente falando, mudar o foco nõa seria uma boa estratégia, mas se tratando da busca por informações, pode ser pertinente. Pensar em assuntos que pareçam sérios, como se entretenimento fosse, poderia contribuir para que determinados comportamentos classificados como caretas, fossem naturais e cotidianos. Pensar no meio ambiente não deve ser considerado como um momento de aula, de adulto, de estudo, de seriedade. Pensar no meio ambiente deve ser encarado como cotidiano e não a exceção.
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